sexta-feira, 14 de julho de 2017

A responsabilidade e a doença!

O H andou [e anda] com dores. Como diz a minha prima, tem aquela doença dos homens. Não, não é uma doença só de homens, o H anda [ou andou, não sei bem] hipocondríaco!
Só assim se explica que, de há uns tempos para cá, esteja sempre aflito e, pior, com medo de ter uma doença grave e morrer, antes mesmo de conhecer a filha - prevista para nascer daqui a 5 semanas.
Quando o conheci 'nunca' estava doente. Por vezes tinha dores, mas só se queixava quando se tornavam insuportáveis [e já doíam há vários dias].
Desde que engravidei começou a ter algumas dores. Quanto mais a gravidez se aproxima do final, mais dores / caroços ele tem.
Na semana passada apareceu-lhe um 'caroço' na garganta e, por não lhe doer, ficou em pânico. O meu tio é otorrino, assim que lhe apalpou a garganta percebeu que, graças a Deus, o que ele sentia não era nenhum caroço mas sim a formação normal da garganta [o meu tio explicou com nomes, eu é que não os sei].
Eu percebo que tudo isto esteja associado à gravidez e ao stress da responsabilidade que se aproxima. No entanto acho que ele não está a fazer bem as contas.
O que é que as contas têm a ver com o assunto? Tudo!
O principal problema do H é morrer e não ficar cá para governar a filha [porque as restantes responsabilidades não o assustam, e ainda bem].
Ok, um filho é uma despesa mas bolas, há gente com bem menos que nós que tem filhos e nada lhes falta!
Nós até somos daqueles casais que tem noção de que educar não é dar prendas a toda a hora!
Mas bom, entretanto anda melhor. Tirou uns dias para ficar a descansar as costas e, aparentemente a situação está mais controlada.
Foi também a um médico de clínica geral que lhe receitou uns medicamentos e a um ortopedista que lhe passou um Raio-X e uma TAC - ficaram ambos agendados para agosto, por não ser possível fazer antes.
A TAC tem por finalidade o despiste de uma hérnia discal [um dos seus medos], mas depois do possível 'diagnóstico', a minha mãe referiu uma data de pessoas que também as têm, não foram operadas e continuam as suas vidas.
Não sei se foram essas histórias ou o simples facto de ter percebido que o seu estado psicológico estava a influenciar muito as dores [até porque o médico de clínica geral também referiu que o stress ajuda a que os nervos das costas se contraiam e doam] mas mudou de atitude e ficou mais animado.
Ontem já foi trabalhar e chegou a casa com uma alma nova [graças a Deus].
Vamos ver o que nos reservam os próximos episódios.

E as mamãs desse lado, também têm ou conhecem alguma história deste género? Contem-me as vossas histórias!

educação


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segunda-feira, 3 de julho de 2017

O início de uma grande amizade!

Ele dorme aos nossos pés [ou vai dormir para o corredor ou para a sala quando está mais calor].
Ontem, quando me sentiu acordar, mudou de sítio.
Continuou a dormir, junto à Caetana 💛
Tenho a certeza que eles vão ser melhores amigos e, dentro das suas limitações de tamanho e peso, ele vai ser o seu protetor!
Estou muito curiosa com as reações de ambos. Como reagirão um ao outro?
Na minha opinião o Óscar está na idade ideal para a chegada de um bebé: Tem 2 anos, já não é cachorro - está educado, conhece as suas limitações em casa [não que seja super obediente mas, obedecendo ou não, sabe até onde pode ir], já não faz aquelas asneiras de cachorrinho nem anda a roer tudo o que lhe aparece à frente. Por outro lado ainda é novinho e tem muitos anos pela frente.
Só tenho medo de uma coisa: as unhas! Já mandei vir uma lima elétrica e quero ir com ele a um groomer tratar do assunto [e também do pelo, por uma questão estética - tem cada ponta a crescer para seu lado].
Ele não é mau para as pessoas mas não tem noção que, mesmo sem querer, as suas unhas arranham imenso.
Quanto à reação da Caetana tudo é mais incerto.
A verdade é que ela já conhece o Óscar. Já lhe deu pontapés e ouve-o todos os dias [ele faz por ser ouvido].
O que mais me aflige em relação a ela é outro aspeto.. Ela vai nascer já com a presença do Óscar cá em casa. Mas ele tem uma esperança média de vida bastante inferior à nossa. Assusta-me pensar que, nalgum momento, a Caetana vai ter de lidar com a perda dele. Eu sei, há perdas bem piores, mas esta é uma perda certa! No máximo dos máximos, o Óscar durará até aos 14 anos dela. Mas não pensemos nisso agora..
A verdade é que acho que eles serão grandes amigos e vou adorar ver a Caetana crescer com o Óscar!
Nunca li nenhum estudo que dissesse que é prejudicial para as crianças crescer com animais em casa. Por outro lado, já li imensos que provam precisamente o oposto - é super benéfico crescer com animais em casa!

sábado, 1 de julho de 2017

junho

  • Sexto mês se fumar;
  • Quarto da Caetana completamente montado;
  • Saco de maternidade da Caetana preparado;
  • Desta vez só engordei 500g;
  • Os pés continuam inchados e, graças a ser verão, já só me servem umas sandálias ortopédicas que ajudam a minimizar o inchaço;
  • Tivemos a certeza de que a Caetana é pequenita e o médico prevê que nasça com cerca de 3kg;
  • Entrei de férias e fiquei oficialmente desempregada;
Que venha julho, o último mês completo que passarei grávida, se Deus quiser.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

A sério Maya?

Nem queria falar sobre este assunto, acho até estúpido dar importância a uma pessoa que diz adivinhar o futuro com base em cartas [sim, se ela não respeita o corpo de outras mulheres também não tenho de respeitar a sua profissão/ ocupação/ trabalho/ o que lhe queiram chamar].
Mas a verdade é que não aguentei.
Quem é que a Maya pensa ser para desrespeitar uma pessoa desta forma?
Realmente as mulheres conseguem ser muito cruéis umas com as outras, mas isto é de mais. E ainda diz que "Uma figura pública é um exemplo". Pois é, e um exemplo devia ser também o respeito pelos outros, coisa que a própria não teve pela Carolina.
Toda a gente sabe quem é a Maya, se acha que é pouco falada que faça algo de útil e publique nas redes sociais - assim tanto pode ser elogiada por fazer ou criticada por mostrar! Mas não, isso dá muito trabalho não é? Sentar-se e criticar custa menos, ainda por cima até lhe pagam para isso!
Ela bem diz que  "Estou muito habituada a ser criticada e lido muito bem com isso" - Nota-se que lida bem com isso, lida tão bem que até faz de propósito! 

Nem todas as mulheres conseguem voltar à forma tão depressa como desejariam (...) o importante é haver saúde!

Como é que ela tem coragem de dizer que não é normal o corpo da Carolina estar como está?
Falamos de uma pessoa que em menos de 11 meses passou por 2 [sim, DUAS] cesarianas. Uma pessoa que antes de voltar à forma pelo primeiro filho já estava grávida do segundo!
Se a barriga ainda está larga? Claro que está! Se tem estrias? Claro que tem! Mas bolas, passou um mês, como pode alguém achar que não é normal?
Desde há um mês que a Carolina é mãe de DOIS bebés, um deles recém-nascido! Imagino que no primeiro mês de vida de um filho a prioridade da mãe seja o próprio do filho e não o seu corpo, muito menos quando falamos de uma casa onde há também outro bebé, acabado de completar um ano.
Eu acredito mais nos médicos do que nas cartas!
Gostei da foto da Carolina, sei que não é a única naquela situação e é bom haver quem mostre também o lado menos bom da vida e, neste caso, da maternidade.
É muito bom ter filhos e estas transformações do corpo da mãe, apesar de menos boas, fazem parte. Nem todas as mulheres conseguem voltar à forma tão depressa como desejariam, cada corpo tem o seu metabolismo e o importante é haver saúde!
Como é que a Maya continua a afirmar que a Carolina não pode ser saudável naquele corpo após ela dizer que tem acompanhamento médico?
Viu nas cartas, foi? Não sei quanto às outras pessoas mas eu acredito mais nos médicos do que nas cartas! E olhando para a foto só me ocorre o seguinte:
"Carolina, obrigada pela partilha e parabéns pela coragem. És um exemplo para outras mães que ainda não conseguiram voltar a caber nas roupas que tinham antes de engravidar!"

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Educar um filho na cidade ou no campo?

Eu escolhi o campo!

Nasci e vivi na minha cidade até aos 18 anos.
Aos 18 mudei de cidade: saí de casa da mãe para estudar.
Aos 20 conheci o H.
Vivemos 2 anos na cidade onde nos conhecemos e, aos meus 22, mudámo-nos para a vila 'dele'.
Inicialmente eu estava em estágio, fazia todos os dias 60km: vivia na vila e 'trabalhava' na cidade distrito.
Quando acabei o estágio fiquei mais pela vila, não ia [nem vou] todos os dias a nenhuma cidade, porque não preciso!

É melhor viver no campo ou na cidade?
Acho que não há uma resposta universal. Para mim, sem dúvida, é melhor viver no campo mas compreendo quem prefere viver na cidade - gostos não se discutem.
Mas a verdade é que, hoje em dia, tudo chega a todo o lado, graças a este fenómeno chamado internet. Tanto nos chegam as notícias de todo o mundo como as compras de que precisamos.
Raras são as lojas que não têm loja online. Nesses casos, ou só porque preferimos escolher fisicamente, pegamos no carro e deslocamo-nos.

E quanto à educação de um filho?
Numa vila [e no nosso caso também na cidade concelho - que fica a menos de 15km], a educação e a saúde estão um pouco mais condicionadas. Há menos hipóteses de escolha entre escolas e - o que considero menos bom - menos atividades extra curriculares: Eu sou apologista de os colocar em várias durante o jardim de infância [enquanto ainda não têm responsabilidades] para que experimentem e saibam do que gostam mais, para depois decidir o que querem continuar quando entrarem para a escola primária.
No entanto, apesar de poucas atividades, há toda uma liberdade que não há nas [médias e grandes] cidades!

O que é viver numa vila?

  • é ter um problema de água, chegar a casa e ter 2 garrafões cheios à porta, deixados pelos vizinhos;

  • é os vizinhos perguntarem onde vamos e dizerem onde vão ou de onde vêm, mesmo sem nós perguntarmos nada;
  • é comer fruta diretamente das árvores;
  • é passar pelas pessoas e cumprimentar;
  • é ajudar e ser ajudado;
  • é ter espaços que permitam às crianças brincar ao ar livre sem perigos;
  • é ver e perceber de perto as mudanças de estação pelas árvores, flores e amimais;
  • é passar por vacas/ porcos/ cabras/ galinhas/ ovelhas/ cavalos, a caminho da escola;

  • é ter insónias de madrugada e ver o nascer do sol ao som dos passarinhos;
  • é não ter trânsito [habitualmente] para chegar a lado nenhum;
Ok, ás vezes há trânsito mas é raro..
  • é ter imensos espaços verdes; 
  • é poder ter uma horta e ver crescer alguns dos nossos próprios alimentos;
Uma mínima amostra recolhida, no ano passado, na horta do bisavô da Caetana
  • é as crianças poderem andar sozinhas sem correrem riscos;
  • é saber sempre o que os miúdos andam a fazer porque há sempre alguém que os viu;
  • é saber 'filtrar' as informações que nos chegam via facebook analógico [leia-se de boca em boca] que nem sempre são credíveis - toda a gente sabe que se inventa muito em meios pequenos;
  • é toda a gente se conhecer, para o bem e para o mal;
  • é tanta coisa..

Viver numa vila proporciona todo um contacto com a natureza que não é permitido nas cidades.


Ao mesmo tempo, pegamos no carro e em menos de nada estamos numa cidade grande, para ir com os nossos filhos a um museu ou a um concerto do panda e os caricas.
Tudo depende da vontade e disponibilidade dos pais em sair com as crianças de vez em quando.
Eu sei que as crianças de cidade também podem passar fins-de-semana nas vilas, tomando contacto com a natureza e os animais, mas não acho que seja a mesma coisa.

Por tudo isto e muito mais eu escolhi viver no campo e tenciono educar aqui a minha filha. Parece que me contradigo porque a vou colocar na creche da cidade concelho [uma cidade pouco maior do que a 'nossa' vila] mas são apenas 15 minutos de distância, bem menos do que a maioria das crianças demora a chegar à creche numa cidade grande.

[Todas as fotos deste artigo foram tiradas por mim, na vila onde vivemos e na estrada que separa a vila da cidade concelho].

quarta-feira, 14 de junho de 2017

A Caetana e em posição para nascer

A minha escolha relativamente ao sexo do bebé pendia ligeiramente mais para menino. Não sou muito feminina nem gosto muito de cor-de-rosa - não é que não goste da cor, o que eu não gosto é da tendência exagerada de ser TUDO cor-de-rosa quando se fala em meninas.
Vestir um menino é mais fácil, qualquer 'trapinho' lhe fica bem e não há ganchinhos nem lacinhos para prender o cabelo.
Acontece que, às 21 semanas, a Caetana mostrou ser uma menina. Já tinha nome porque eu e o pai já tínhamos escolhido para ambos os sexos.
Ontem, 10 semanas depois, fizemos nova ecografia. O Dtr disse que se via bem o sexo e eu perguntei se se mantém menina - apesar de o Dtr ter dado logo a certeza às 21 semanas.
O H desatou a rir, pensando tratar-se de algum tipo de esperança da minha parte em que, afinal, fosse menino. Mas não, a minha pergunta foi exatamente no sentido contrário.
Desde há 10 semanas que trago A meninA Caetana dentro de mim. O seu quartinho, apesar dos tons neutros, foi pensado para A Caetana. O saco de maternidade tem roupas para elA. Tudo foi pensado para A Caetana.
Ontem, quando fiz a pergunta ao Dtr fiquei extremamente feliz em ouvir 'sim, é mesmo uma menina olhem aqui' - eu não percebi nada da imagem mas confio na palavra do Dtr.
Agora, depois de 10 semanas não me faria qualquer sentido que fosse menino. Estou muito feliz em saber que a Caetana é mesmo uma menina. Não me faria sentido, 10 semanas depois, saber que se tinha tratado de um engano, como acontece tantas e tantas vezes.

Depois falámos sobre o parto. A Caetana já está virada para baixo e tudo indica que será parto normal. E o H voltou a rir-se por causa de eu 'preferir' cesariana.
Ora, não é que eu prefira cesariana. Eu, na minha mais profunda vontade, até preferia parto normal, sem epidural sem nada mas... e coragem para isso?
Até com epidural me assusta o parto normal, as dores.. Preferia cesariana no sentido de estar a dormir e não custar nada no momento, mesmo que digam que a recuperação é pior.
No entanto, sabendo que o médico defende parto normal, quem sou eu para pedir cesariana só por medo das dores? Não tenho assim tanto medo que me leve a pedi-lo contra vontade do médico, até porque num parto normal é tudo mais natural, todo o corpo colabora melhor.
A minha preferência era mesmo só essa: o medo!
Assim, o que perguntei quando falámos no parto normal foi apenas 'com epidural, certo Dtr?' Ao que ele respondeu 'pois claro que sim!'
E assim vim descansada com a nossa menina em posição e mentalizada que, se Deus quiser, terei um saudável parto normal daqui a umas semanas, quando a Caetana achar que chegou o seu momento de vir ao mundo!


terça-feira, 13 de junho de 2017

Mala de maternidade

No fim de semana de fim de 30 semanas fizemos o saco de maternidade da Caetana.

O meu ainda não está feito mas o da bebé era a urgência.
Para primeira roupinha, no hospital, mandam levar:
- Roupa interior: body de manga comprida e collants [só me lembrei depois da foto];
- Roupa exterior: Fofo com camisola;
- Gorro;
- Fralda descartável;
- Fralda de pano;
- Manta;
- Não mandam levar luvas mas nós levamos.
[falta um casaquinho branco].

Segunda roupa:
- Body;
- Collants [porque a roupa não é 100% algodão e não quero arriscar];
- Camisola e calças;
- Gorro;
- Fralda de pano;
- Manta;

Terceiro dia:
- Babygrow;
- Gorro;
- Fralda de pano.
[as mantas e luvas dos outros dias servem].

Entretanto ainda não temos mais fraldas descartáveis mas, em princípio, serão iguais à da primeira roupa - da rebento - que são ecológicas.
Faltam também as toalhitas, quero perguntar no hospital se podemos levar compressas, não me agradam as toalhitas - sei que serão muito úteis, mas mais para a frente.
Vou mandar vir um Swaddle, se chegar a tempo [de ser lavado e passado] ainda o coloco na 1ª roupa..

Estas são as roupas que estão no saco [principal] de maternidade - aquele que vai andar comigo sempre que me afastar alguns km de casa - depois haverá outro saco para o pai levar, com mais roupa, uma vez que 100km separam a nossa casa do hospital: mais bodies, babygrows, meias, sapatinhos [só por prevenção porque estando a bebé tapada não precisa de sapatinhos].
Além disso, é normal a bebé sujar-se e ter de trocar de roupa e eu gosto muito de roupa prática.
Sei que ficam muito lindos nas fotos com certo tipo de roupa mas, inicialmente, os bebés passam muito tempo deitados e acho importante que ninguém se esqueça disso.
Adoro registar tudo em fotografia mas é mais importante o conforto do que as fotos bonitas! Eu vou ter uma bebé, não uma boneca.
As roupinhas estão nestes saquinhos individuais, a primeira está logo por cima para facilitar.

Se alguém, principalmente mães, tiver algo a acrescentar eu agradeço imenso. Estou mais descansada porque já fiz a mala mas tenho receio que falte algo, é muita novidade junta..
E eu depois dou feedback, sobre se chegou / faltou, que quantidade usou no hospital [tentarei depois fazer um post sobre isso quando viermos para casa com a bebé].

quinta-feira, 8 de junho de 2017

O melhor acaso de sempre

Um acaso que estava destinado, tinha de acontecer!
Logo hoje, que dizem ser o dia dos melhores amigos, Parabéns a nós!
Casámos em agosto mas o 8 de junho há-de ser sempre especial ♥️
Que venham muitos mais anos a teu lado, meu amor!
♥️

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Ser feliz

Eu sou feliz!
Não tenho tudo o que gostaria, tenho o essencial para ser feliz!
Passei a ser mais feliz quando comecei a dar mais valor ao que tenho e a pensar menos no que poderia ter.
Não sou milionária por isso, materialmente falando, não posso ter exatamente tudo o que queria!
Mas posso ser feliz com o que tenho e, graças a Deus, nunca me faltou nada. Veremos o essencial para ser feliz:

  • Nunca passei fome;
  • Sempre tive teto;
  • Sou casada e feliz com o meu marido;
  • Estou grávida;
  • Eu e o meu marido partilhamos a mesma opinião/ valores quanto à educação que queremos dar à nossa filha;
  • Temos três cães: um pequenino dentro de casa e dois maiores fora;
  • A nossa casa tem três quartos: o nosso, o da Caetana e o de visitas - o essencial visto vivermos no mesmo sítio que a família dele mas a 100km da minha.
Quando algo me corre mal, tento sempre ver o que posso retirar de positivo. Nem sempre é possível e, quando não é, não tenho outro remédio a não ser adaptar-me à situação e não me vitimizar para que, quem me rodeia, não tenha pena de mim - detesto que tenham pena de mim!
Eu também choro quando preciso de chorar. Choro no momento em que algo corre mal e não há lado positivo [umas vezes não há mesmo, outras sou eu que só os vejo mais tarde], depois adapto-me porque a vida continua! Não ando eternamente a ter pena de mim porque não é isso que me vai resolver a situação.

Falando de uma situação real da minha vida onde há algo positivo: estou a dar AEC'S [Atividades de Enriquecimento Curricular], recebo pouco dinheiro mas só trabalho 1 hora por dia, e não trabalho terças - dias de consultas de gravidez. Podia encarar a situação de duas formas:


  1. Bolas, recebo tão pouco, que miséria!
  2. Boa, recebo algum e estou praticamente à porta de casa. Ainda por cima só 1 hora por dia, em princípio, se Deus quiser, vou poder cumprir o contrato até ao fim sem precisar de meter baixa. Melhor ainda: nem preciso de faltar para ir às consultas que são a 100km.
O ordenado é o mesmo, a forma como encaro a situação é comigo! Cabe-me encará-la pelo lado positivo ou negativo!
Claro que eu encaro o segundo ponto de vista - o lado positivo da questão - e estou bastante satisfeita. Dentro da minha condição de grávida, tive aqui uma ótima hipótese de ganhar algum dinheiro e, ainda por cima, na minha área. Não estou colocada como professora, mas trabalho com crianças!

Nós não podemos ser vítimas dos males que nos acontecem na vida.
Se queremos ser felizes temos de encarar os aspetos bons da nossa vida e deixar de pensar no que podíamos ter ou fazer se a nossa vida fosse diferente.
Não é "Eu ia para o ouro lado do mundo durante um mês se ganhasse o euromilhões" mas sim "Eu vou para outra zona do meu país 1 semana para sair da rotina e espairecer a cabeça". São destinos e tempos diferentes? São, mas são férias, é descanso!
Se começarmos a pensar mais "Eu sou feliz porque..." em vez de "Coitada de mim porque..." vão ver que tudo parece melhor e mais fácil de resolver.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

maio


  • O meu primeiro dia da mãe;
  • Quinto mês sem fumar;
  • Montámos o quarto da Caetana. Ainda não está a 100% mas já se nota que é um quarto de bebé;
  • Já devia ter a mala de maternidade preparada, está apenas 'encaminhada';
  • Comprámos as primeiras fraldas reutilizáveis da Caetana;
  • Engordei imenso;
  • Começaram-me a inchar os pés;
  • Feliz dia da Criança para iniciar este mês de junho!