sexta-feira, 1 de setembro de 2017

agosto

  • O melhor mês da minha vida;
  • O meu mês, da minha filha e da minha mãe;
  • Mês em que me tornei, oficialmente, mãe;
  • Oitavo mês sem fumar;
  • Já voltei a vestir as minhas calças de antes da gravidez [no 10º dia de vida da Caetana] - efeitos de ter tido pouca barriga durante a gravidez;
  • Acho que ainda não voltei ao meu peso e noto que a barriga ainda está diferente, mas as calças já entram;
  • Desde dia 5 tenho vivido dias extraordinários! Estou a adorar a experiência da maternidade, mais ainda do que imaginava;
  • Detesto ter de cumprir horários. Desde dia 5 o meu único horário é o do leite da Caetana [e mesmo esse não é certo e depende do sono]. Nada mais tem horas e é tão mas tão bom!
Sê bem vindo setembro!

A partir de agora [e pelo menos até ao próximo agosto], este post mensal passará a ser feito nos dias 5 de cada mês, a propósito do "mesversário" - como se diz no brasil - da Caetana.

18 horas de vida

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Já conhecem o Blogs Portugal?

Se não conhecem nem imaginam o que andam a perder. Eu gosto e recomendo!
A sua principal (mas não única) função centra-se em juntar marcas [e agências] e bloggers.
Se por um lado as marcas e agências utilizam a plataforma para trabalhar com a blogosfera, por outro, os bloggers beneficiam do envio de press releases, campanhas de anúncios display, posts patrocinados, cobertura de eventos e passatempos.
O Blogs Portugal também mede as audiências dos blogues, fornecendo estatísticas e dados detalhados e ainda acompanha as tendências e posts mais relevantes dos blogues.
No fundo é uma só plataforma que fornece serviços e ferramentas para Bloggers, Marcas e Leitores.
E perguntam vocês: - E os blogues estão "todos ao molho e fé em Deus"?
Claro que não! Estão organizados por categorias, sendo elas: Adulto; Ambiente / Natureza; Animais; Artes e Cultura; Baby Blog; Beleza; Cidade / Local; Cinema; Ciência; Comunicação e Media; Culinária / Gastronomia; Design; Desporto; Direito / Justiça; Diários íntimos; Educação; Empresarial / Corporativo; Entretenimento; Estilo de vida; Fotolog; Hobbies; Humor; Informática; Internet; Literatura; Marketing / Publicidade; Medicina / Saúde; Moda; Música; Negócios e Finanças; Outro; Passatempos e Descontos; Pessoal; Podcast; Política / Sociedade; Religião / Espiritualidade; Tecnologia / Gadgets; Televisão; Transportes; Viagens; Videoblogs.
Registem-se no Blogs Portugal e reivindiquem o vosso blog para, também vocês, usufruírem das oportunidades oferecidas.

Acreditem que não ficarão mal servidos!

Se não têm blog não há problema, registam-se como leitores e ficarão bem servidos na mesma ;)

O "Maternidade Neutra" está registado na categoria Baby Blog. 
Para verem e perceberem melhor do que falo, visitem o site em https://blogsportugal.com/


terça-feira, 15 de agosto de 2017

Nascimento, recuperação, regresso a casa

O nascimento
Como comecei a contar aqui, induziram-me o parto de manhã, com 38 semanas e 4 dias de gravidez.
Durante todo o dia nada de sinais. Não houve sequer contrações..
De vez em quando sentia diferenças mínimas mas eram apenas psicológicas, o meu subconsciente procurava sinais que na realidade não existiam.
Às 18h30 o dtr quis observar-me. Não havia desenvolvimento no parto e não sabíamos exatamente o que se tinha passado com o líquido amniótico - havia a possibilidade de o ter perdido há mais de 24horas quando fui ao hospital, o que pode levar a infeções.
Não querendo arriscar, o dtr anunciou que faria cesariana.
Nesse momento entrei em pânico. Não propriamente pela cesariana mas porque tinha chegado o momento. Não sei explicar, foi muita emoção ao mesmo tempo. Só me apetecia fugir. Queria estalar os dedos e ter a bebé no meu colo em vez de estar ali deitada no bloco operatório.
Antes de ir para o bloco puseram-me uma alegália, nada de mais.. Mas no estado de nervos em que eu estava era ela a culpada de tudo.. Chegaram a perguntar-me se estava a magoar-me por estar mal posta.. Ao que respondi: "Não magoa, mas faz-me muita impressão. Eu pensava que era mais forte, afinal sou mesmo fraca" E estive nestas tristes figuras até levar a epidural e ficar extremamente calma!
A anestesista pensou mesmo que o meu problema era com a epidural. Juro que não, o meu problema eram as hormonas.
Tenho a dizer que cesariana com epidural é uma forma ótima de trazer um filho ao mundo. Não temos dor e vemos o nosso bebé assim que sai de dentro de nós!
A recuperação
A primeira noite foi péssima a nível psicológico. Não me podia levantar. Se a bebé chorasse vinham as senhoras enfermeiras tratar dela, ou colocá-la no meu colo. Passei toda a noite a 'rezar' para que não chorasse porque me sentia incapaz de tratar dela. Quando ela fazia algum barulho eu levantava o tronco e acalmava-a falando-lhe baixinho e abanando-lhe o berço. Quando chorava mais [com fome], as senhoras enfermeiras vinham em nosso auxílio.
É normal isto acontecer após as cesarianas e as próprias enfermeiras disseram que não me preocupasse que estavam lá para isso. Mas custou-me muito saber que tinha acabado de ter uma filha e não conseguia tratar dela.
Assim, de manhã, mal me chamaram para tomar banho [com ajuda de auxiliares] fiquei contente. Só queria ir e levantar-me para recuperar mais depressa.
Levantei-me e comecei o dia calmamente, como me mandaram. Durante esse dia andei "fresca e fofa" nem parecia que tinha sido operada e tinha pontos na barriga..
No segundo dia levantei-me ótima e fui tomar banho sozinha. Pouco depois fui dar banho à bebé e começaram as dores. Efeitos secundários da epidural: uma dor mega forte no cimo do pescoço, que me afetava cabeça e/ou olhos. Uma dor tão forte que se tornava incapacitante. Dificultava-me mudar a fralda e dar biberão/ tentar amamentar. Uma dor que aumentava devido ao estado de nervos em que eu ficava por me sentir incapaz de atender às necessidades da minha filha.
Não era uma dor contínua, mas quando me dava obrigava-me a procurar posição deitada, agarrada ao pescoço a massajar-me a mim mesma.
Ainda não percebi bem se este efeito secundário me aconteceu só "porque sim" ou se foi devido a ter abusado no primeiro dia, mas a verdade é que me acompanhou durante toda a estadia hospitalar.
Em casa já ameaçou várias vezes começar a doer mas, graças a Deus, nunca chegou a ser como no hospital. Penso que também graças ao facto de em casa estar mais calma e sem horários a cumprir. Desde que viemos para casa temos apenas um horário: a alimentação da Caetana! Tudo o resto é secundário e sem horário definido.
O regresso a casa
No momento em que disseram "A Caetana tem alta!" fiquei feliz. Estávamos de saída.
Mais tarde, após o preenchimento das burocracias disseram-me "A sua alta está assinada"
E caiu-me a ficha: "Bolas, vamos para casa. Eu, a bebé e o pai! E agora? Vamos mesmo saber tratar dela? Se o pai pudesse ficar conosco aqui no hospital bem que cá ficava mais uns dias. É só carregar no botão e vêm logo as enfermeiras ajudar.. Em casa não há enfermeiras.. Há apenas dois adultos inexperientes, pais de primeira viagem!"
Mas claro que não podíamos ficar. E ainda bem porque, assim que colocámos os pés em casa, tudo ficou melhor. A mãe e o pai sabem o que fazer.
O instinto materno sabe sempre o que é melhor para os nossos filhos!
Têm sido dias incríveis.

Nascimento


Nascimento


sexta-feira, 11 de agosto de 2017

O susto e o nascimento

Acordei e senti qualquer coisa, nada de especial, um ligeiro aperto no fundo da barriga. Mas algo que me fez pensar: se calhar é melhor fazer já o meu saco de maternidade para meter no carro [o da Caetana já lá andava há imenso tempo].
Assim fiz, acabei de meter o que faltava e foi tudo para o carro.
nascimento
Fizemos 100km para o pai fazer uma TAC e um RaioX no mesmo hospital onde eu andava a ser seguida.
Entretanto eu andava a transpirar muito e tinha as cuecas húmidas com frequência.
Uma vez que íamos ao hospital, aproveitei para ir ao piso de obstetrícia falar com as senhoras enfermeiras. Eu pensava que já tinha começado a perder o rolhão mucoso e estava com medo que o húmido das cuecas fosse líquido amniótico. No fundo achava ser apenas transpiração, mas algo me dizia que seria melhor passar por lá e perguntar.
Mandaram-me fazer ficha na urgência para ser vista pelo médico. 
O médico viu que eu não estava a perder líquido e ainda tinha o rolhão mucoso mas, quando fez ecografia, viu também que a bebé praticamente não tinha líquido. Já não me deixou sair!
Mandei mensagem ao meu marido [que estava no outro piso à espera para fazer os exames] a pedir que fosse ao carro buscar as malas. Ele assim fez, pensando ser algo normal [que eu tinha tido contrações ou algo do género].
Entretanto isto aconteceu 15 minutos antes da hora da visita e logo apareceu a minha mãe - antes mesmo do meu marido porque se esqueceram dele para fazer os exames.
O coitado do homem, quando chegou ao pé de mim, ia caindo para o lado: entrou no quarto todo contente com as malas e ecografias e ouve a minha mãe ao telefone a dizer que tinha sido um milagre e, se não tivessemos ido naquele dia, a bebé não resistiria até ao dia da consulta.
Sim, foi mesmo assim porque eu nem sequer tinha sintomas de que algo estivesse realmente mal. Chamem-lhe instinto materno, chamem-lhe Deus, deem-lhe o nome que quiserem mas que foi um milagre lá isso foi. Para mim foi Deus que ativou o meu instinto materno e salvou a minha filha!
Isto aconteceu numa sexta feira, estava eu grávida de 38 semanas e 3 dias.. Fiquei internada à espera de segunda opinião..
No dia seguinte induziram-me o parto de manhã e o resto fica para outro artigo [adianto apenas que, graças a Deus, correu tudo bem, como podem ver no instagram]
Fica aqui a última foto da Caetana dentro da minha barriga, com 38 semanas e 2 dias
nascimento

terça-feira, 1 de agosto de 2017

julho

  • Sétimo mês sem fumar;
  • O meu saco de maternidade está praticamente preparado;
  • Emagreci - a Caetana estava muito subido e apertava-me o estômago;
  • Já me saíram bocados do rolhão mucoso;
  • Muita ansiedade, principalmente desde a semana 36 por ser a semana em que os bebés deixam de ser prematuros.
Sê bem vindo agosto, meu mês e mês da Caetana!

julho


quinta-feira, 27 de julho de 2017

37 semanas

E um desejo gigante de conhecer a nossa princesa.
Todo e qualquer sintoma diferente me leva a crer que se aproxima o trabalho de parto [até agora tudo falsos sintomas].
No fim de semana tive diarreia [desculpe, a franqueza], sendo que há quem diga que é um sinal de que o parto se aproxima..
Ontem e hoje - 37 semanas e 1 e 2 dias - e vai para aqui uma grande revolução intestinal: sinto-me presa dos intestinos. Vou ao wc e não sai nada, nem os gases que parecem querer sair durante todo o dia!
Por ser primeira gravidez não faço a menor ideia se é ou não um sinal..
Tudo me deixa alerta.
A vontade de a conhecer é imensa. O medo de que algo aconteça também.
O trabalho de parto devia ser igual para todas as mulheres. Devia haver uma data certa [e não apenas provável]!
Se assim fosse tudo se tornava menos aflitivo. Toda a gente ia saber exatamente o que fazer e em que momento ir para o hospital.
Não sendo assim resta-nos apenas viver o momento. Aguardar serenamente a chegada da nossa princesa, do nosso grande amor maior. Tentar não procurar muito na net, para não encararmos tudo como um sinal que, na maioria das vezes, nada sinaliza! 
É viver o momento e acreditar que, quando chegar a nossa hora, nós vamos saber!

Deixo duas fotos. A da esquerda é de ontem, a da direita de hoje. Porque me disseram que de ontem para hoje a barriga desceu - a também me parece que sim! - o que também me leva a crer que o parto não estará assim tão longe.

semanas

terça-feira, 18 de julho de 2017

Ausência e instagram

Desculpem a ausência mas tenho andado mais pelo instagram.
Passem por lá 😊

 
Eu sei que não é a mesma coisa mas não tenho tido grande inspiração para escrever.
Se quiserem que fale sobre algo em especial não hesitem em dizer.
No entanto estou a pensar num post parar hoje ou amanhã, sem compromisso..



sexta-feira, 14 de julho de 2017

A responsabilidade e a doença!

O H andou [e anda] com dores. Como diz a minha prima, tem aquela doença dos homens. Não, não é uma doença só de homens, o H anda [ou andou, não sei bem] hipocondríaco!
Só assim se explica que, de há uns tempos para cá, esteja sempre aflito e, pior, com medo de ter uma doença grave e morrer, antes mesmo de conhecer a filha - prevista para nascer daqui a 5 semanas.
Quando o conheci 'nunca' estava doente. Por vezes tinha dores, mas só se queixava quando se tornavam insuportáveis [e já doíam há vários dias].
Desde que engravidei começou a ter algumas dores. Quanto mais a gravidez se aproxima do final, mais dores / caroços ele tem.
Na semana passada apareceu-lhe um 'caroço' na garganta e, por não lhe doer, ficou em pânico. O meu tio é otorrino, assim que lhe apalpou a garganta percebeu que, graças a Deus, o que ele sentia não era nenhum caroço mas sim a formação normal da garganta [o meu tio explicou com nomes, eu é que não os sei].
Eu percebo que tudo isto esteja associado à gravidez e ao stress da responsabilidade que se aproxima. No entanto acho que ele não está a fazer bem as contas.
O que é que as contas têm a ver com o assunto? Tudo!
O principal problema do H é morrer e não ficar cá para governar a filha [porque as restantes responsabilidades não o assustam, e ainda bem].
Ok, um filho é uma despesa mas bolas, há gente com bem menos que nós que tem filhos e nada lhes falta!
Nós até somos daqueles casais que tem noção de que educar não é dar prendas a toda a hora!
Mas bom, entretanto anda melhor. Tirou uns dias para ficar a descansar as costas e, aparentemente a situação está mais controlada.
Foi também a um médico de clínica geral que lhe receitou uns medicamentos e a um ortopedista que lhe passou um Raio-X e uma TAC - ficaram ambos agendados para agosto, por não ser possível fazer antes.
A TAC tem por finalidade o despiste de uma hérnia discal [um dos seus medos], mas depois do possível 'diagnóstico', a minha mãe referiu uma data de pessoas que também as têm, não foram operadas e continuam as suas vidas.
Não sei se foram essas histórias ou o simples facto de ter percebido que o seu estado psicológico estava a influenciar muito as dores [até porque o médico de clínica geral também referiu que o stress ajuda a que os nervos das costas se contraiam e doam] mas mudou de atitude e ficou mais animado.
Ontem já foi trabalhar e chegou a casa com uma alma nova [graças a Deus].
Vamos ver o que nos reservam os próximos episódios.

E as mamãs desse lado, também têm ou conhecem alguma história deste género? Contem-me as vossas histórias!

educação


educação


segunda-feira, 3 de julho de 2017

O início de uma grande amizade!

Ele dorme aos nossos pés [ou vai dormir para o corredor ou para a sala quando está mais calor].
Ontem, quando me sentiu acordar, mudou de sítio.
Continuou a dormir, junto à Caetana 💛
Tenho a certeza que eles vão ser melhores amigos e, dentro das suas limitações de tamanho e peso, ele vai ser o seu protetor!
Estou muito curiosa com as reações de ambos. Como reagirão um ao outro?
Na minha opinião o Óscar está na idade ideal para a chegada de um bebé: Tem 2 anos, já não é cachorro - está educado, conhece as suas limitações em casa [não que seja super obediente mas, obedecendo ou não, sabe até onde pode ir], já não faz aquelas asneiras de cachorrinho nem anda a roer tudo o que lhe aparece à frente. Por outro lado ainda é novinho e tem muitos anos pela frente.
Só tenho medo de uma coisa: as unhas! Já mandei vir uma lima elétrica e quero ir com ele a um groomer tratar do assunto [e também do pelo, por uma questão estética - tem cada ponta a crescer para seu lado].
Ele não é mau para as pessoas mas não tem noção que, mesmo sem querer, as suas unhas arranham imenso.
Quanto à reação da Caetana tudo é mais incerto.
A verdade é que ela já conhece o Óscar. Já lhe deu pontapés e ouve-o todos os dias [ele faz por ser ouvido].
O que mais me aflige em relação a ela é outro aspeto.. Ela vai nascer já com a presença do Óscar cá em casa. Mas ele tem uma esperança média de vida bastante inferior à nossa. Assusta-me pensar que, nalgum momento, a Caetana vai ter de lidar com a perda dele. Eu sei, há perdas bem piores, mas esta é uma perda certa! No máximo dos máximos, o Óscar durará até aos 14 anos dela. Mas não pensemos nisso agora..
A verdade é que acho que eles serão grandes amigos e vou adorar ver a Caetana crescer com o Óscar!
Nunca li nenhum estudo que dissesse que é prejudicial para as crianças crescer com animais em casa. Por outro lado, já li imensos que provam precisamente o oposto - é super benéfico crescer com animais em casa!

sábado, 1 de julho de 2017

junho

  • Sexto mês se fumar;
  • Quarto da Caetana completamente montado;
  • Saco de maternidade da Caetana preparado;
  • Desta vez só engordei 500g;
  • Os pés continuam inchados e, graças a ser verão, já só me servem umas sandálias ortopédicas que ajudam a minimizar o inchaço;
  • Tivemos a certeza de que a Caetana é pequenita e o médico prevê que nasça com cerca de 3kg;
  • Entrei de férias e fiquei oficialmente desempregada;
Que venha julho, o último mês completo que passarei grávida, se Deus quiser.